Atenção, pedir dinheiro emprestado também tem custos.

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Um estudante pode pedir um empréstimo na Bélgica?

Crédito Estudantil 2026

Empréstimo Estudantil: Financie Seus Estudos com Segurança

Estudante, você quer financiar sua matrícula, o aluguel do quarto, material escolar ou até a compra de um veículo para ir às aulas, mas não sabe se pode pedir um crédito em seu nome? Descubra como funciona o empréstimo estudantil na Bélgica em 2026, quais são as regras para menores de idade e quais soluções existem com o apoio dos pais ou tutores legais.

Em um contexto em que cada vez mais jovens desejam ganhar autonomia financeira, é essencial compreender o que a lei permite, quais são os limites e como estruturar um financiamento estudantil responsável, sem colocar em risco o futuro financeiro do estudante e da família.

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Um estudante pode pedir empréstimo?

Na Bélgica, a regra é clara: um menor de 18 anos é considerado incapaz civil e não pode, sozinho, assinar um contrato de crédito ou empréstimo, seja ele pessoal, automóvel ou hipotecário.

Isso não significa, porém, que não exista solução para financiar estudos, moradia estudantil ou material escolar. A lei prevê o papel dos pais ou de um tutor legal para representar o estudante menor em um contrato de crédito adaptado à sua realidade.

Crédito estudantil: o que diz a lei na Bélgica?

A legislação belga, alinhada com a de muitos outros países europeus, estabelece que qualquer pessoa com menos de 18 anos é considerada incapaz civil. Isso significa que o menor não pode realizar atos jurídicos em seu próprio nome, como assinar um contrato de crédito, um empréstimo hipotecário ou qualquer outro compromisso financeiro de longo prazo.

Crédito estudantil

Essa proteção legal tem um objetivo claro: evitar que decisões impulsivas ou mal informadas, tomadas muito cedo na vida, gerem dívidas pesadas e duradouras, capazes de comprometer o patrimônio e a estabilidade financeira do jovem por muitos anos. Em outras palavras, o legislador prefere que o menor seja acompanhado e representado por adultos responsáveis quando se trata de assumir obrigações financeiras.

Na prática, isso significa que um estudante menor de idade que deseja financiar seus estudos, o aluguel de um quarto, a compra de cursos, material escolar, um computador ou até um pequeno veículo para se deslocar até a universidade não poderá contrair o crédito sozinho. É necessária a intervenção formal de um representante legal, que assumirá a responsabilidade contratual perante a instituição de crédito.

Situações frequentes

Recebemos cada vez mais pedidos relacionados a:

  • Financiamento de matrícula universitária ou escola superior
  • Aluguel de quarto ou estúdio estudantil
  • Compra de material escolar, computador e cursos
  • Financiamento de scooter, moto leve ou carro para deslocamento

Existe uma solução alternativa para estudantes menores?

Sim. Mesmo que o estudante menor não possa assinar pessoalmente um contrato de crédito, a lei autoriza que seus pais ou, na ausência destes, um tutor legal (sob o controle do Juiz de Paz) representem o menor e assumam o compromisso em seu lugar. Nessa configuração, o crédito é formalmente concedido aos representantes legais, ainda que o objetivo seja claramente o financiamento dos estudos ou das necessidades ligadas à vida estudantil.

O contrato de crédito será então assinado pelos pais ou tutor, e não pelo jovem. Eles é que se tornam, juridicamente, os devedores em relação à instituição financeira. O estudante, enquanto menor, não assume nenhuma obrigação legal direta, embora seja o principal beneficiário dos fundos e do projeto financiado.

Essa solução permite estruturar um plano de financiamento estudantil responsável, conciliando proteção jurídica do menor e acesso efetivo aos estudos superiores. Ao mesmo tempo, obriga a família a refletir sobre a capacidade de reembolso, a duração do crédito e o impacto global no orçamento familiar, o que é essencial para evitar sobreendividamento futuro.

Como os pais podem ajudar na prática?

  • Analisando com o estudante o orçamento necessário para todo o percurso académico.
  • Definindo se o crédito será usado para matrícula, alojamento, transporte, material ou uma combinação desses itens.
  • Comparando diferentes propostas de crédito, taxas de juro e períodos de reembolso.
  • Planejando, desde já, como o estudante poderá participar no reembolso quando começar a trabalhar.

Uma abordagem transparente, na qual o jovem entende desde cedo o funcionamento do crédito, ajuda a desenvolver responsabilidade financeira e a preparar melhor a transição para a vida profissional.

Crédito estudantil nos Estados Unidos: um modelo diferente

Do outro lado do Atlântico, a realidade é bem diferente. Há muitos anos, o sistema americano permite que os estudantes contraiam créditos em seu próprio nome para financiar integralmente seus estudos superiores. Em média, um jovem diplomado sai da faculdade ou universidade com uma dívida em torno de 25.000 $, o que corresponde aproximadamente a 20.000 €.

Esses créditos, frequentemente concedidos por bancos ou organismos especializados, têm como único objetivo cobrir custos como propinas universitárias, alojamento, material, cursos de idiomas e, por vezes, também as deslocações. O reembolso começa, na maioria dos casos, assim que o jovem recebe os primeiros salários após a entrada no mercado de trabalho.

Os defensores desse modelo consideram que se trata de uma ferramenta poderosa de acesso à educação, especialmente para jovens cujos pais não dispõem de recursos financeiros suficientes. Os críticos, por outro lado, alertam para o risco de os recém-formados iniciarem a vida profissional com um passivo financeiro significativo, o que pode limitar escolhas de carreira e atrasar projetos pessoais como a compra de casa.

Que lições tirar para a Europa?

Na Europa e, em particular, na Bélgica, o debate continua aberto. Alguns defendem um modelo mais próximo do sistema americano, em que o estudante poderia, sob condições estritas e com acompanhamento, contrair crédito em seu nome exclusivamente para fins de estudos superiores.

Tal abordagem poderia:

  • Aumentar o acesso à educação superior para jovens de meios modestos.
  • Responsabilizar o estudante mais cedo na sua trajetória profissional e financeira.
  • Permitir que bancos avaliem o risco com base em resultados escolares e perspetivas de empregabilidade.

Ao mesmo tempo, é fundamental manter mecanismos de proteção para evitar endividamento excessivo e garantir que o financiamento de estudos contribua para a igualdade de oportunidades, sem se transformar num fardo insustentável.

Vantagens de estruturar bem o seu empréstimo estudantil

Segurança jurídica

Respeitar o quadro legal belga protege o estudante menor e a família, garantindo que o contrato de crédito seja válido, transparente e adaptado à sua situação real, sem surpresas desagradáveis no futuro.

Planejamento financeiro

Um crédito estudantil bem estruturado permite distribuir o custo dos estudos ao longo do tempo, otimizando o orçamento familiar e preparando a transição para a fase em que o diplomado começa a reembolsar com os seus próprios rendimentos.

Igualdade de oportunidades

O acesso a soluções de financiamento estudantil adaptadas contribui para que jovens talentos possam seguir o percurso académico desejado, independentemente da situação financeira dos pais, reforçando a mobilidade social e o dinamismo económico europeu.

Quer saber como estruturar um financiamento responsável para estudos, alojamento estudantil ou material escolar em 2026? Analise as suas possibilidades e prepare o futuro com serenidade.

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